O CONCÍLIO VATICANO II E A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO | Por Joana Louback
Este trabalho propõe-se a analisar essa trajetória histórica, partindo das diretrizes universais do Vaticano II para chegar à sua aplicação concreta e profética na Diocese de Teófilo Otoni, onde a fé e a política se entrelaçaram na construção de uma cidadania ativa e libertadora.
O Concílio Vaticano II e a Teologia da Libertação
Não é possível falar da Teologia da Libertação sem revisitar o Concílio Vaticano II, convocado pelo Papa João XXIII. O processo ocorreu entre os anos de 1959 e 1962 (período de sua convocação e preparação) e de 1962 a 1965, período de sua realização, conduzida posteriormente pelo Papa Paulo VI. De acordo com o teólogo Félix G. Ugarte, o mundo daquela época vivia tempos difíceis, nos quais a ameaça de uma Terceira Guerra Mundial aterrorizava a humanidade e o Muro de Berlim estava sendo construído.
Segundo este mesmo autor, o profético e audacioso João XXIII deixou claro que o propósito do Concílio Vaticano II era o "AGGIORNAMENTO" pastoral, ou seja, atualizar a missão da Igreja, a qual deveria se abrir à modernidade e aos sinais dos tempos.
Para muitos pensadores, o Concílio Vaticano II foi um sopro do Espírito Santo. O Papa Francisco, retomando o Concílio através da constituição Gaudium et Spes, recorda que "as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens do nosso tempo, sobretudo dos pobres e atribulados, são também alegria, esperança, tristeza e angústia dos discípulos de Cristo".
O Leão XIV, também em seu último documento, resgata a pastoralidade da Igreja que brota do Concílio Vaticano II, dizendo que “temos que injetar uma forma contemporânea de pensar o ‘ser Igreja’ em nossa cultura” pós-humanista, com clara superação do clericalismo que sufoca uma ampla e séria conversão pastoral.
O Concílio Vaticano II trouxe novos ares para toda a Igreja e, na América Latina, entre vários frutos, gerou a Teologia da Libertação, as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e a consciência social que despertou na Igreja Latino-Americana, fazendo da opção preferencial pelos pobres uma escolha central e um compromisso verdadeiro, como afirma a teóloga colombiana Olga Consuelo Vélez. O cerne profundo das mudanças trazidas pelo Concílio foi o lugar da mulher, do pobre e do leigo na Igreja.
O Concílio Vaticano II (1962-1965) foi, portanto, uma convocação do Papa João XXIII para, como ele mesmo disse, “abrir as janelas da Igreja para o mundo moderno”, modernizando-a pastoralmente e promovendo várias mudanças, com destaque para o diálogo com outras religiões e com a sociedade; a maior participação da mulher e dos leigos; e uma renovação litúrgica além instituir a liturgia nos idiomas locais e a celebração voltada para o povo, visando a 'participação ativa e consciente' dos fieis. Isso trouxe uma renovação profunda na fé e na prática católica, adaptando a Igreja aos desafios contemporâneos e refletindo sobre sua natureza e missão no mundo.
Para o Papa Francisco, o Concílio Vaticano II foi uma verdadeira profecia para a vida da Igreja e continuará sendo durante muitos anos do terceiro milênio. Ainda segundo Francisco, o Concílio foi uma releitura do Evangelho à luz da cultura contemporânea e promoveu um movimento de renovação que vem simplesmente do Evangelho. Francisco afirma, ainda, que é necessário não só que a Igreja esteja em diálogo com o mundo moderno, mas que se coloque a serviço da humanidade, anunciando e trabalhando por uma nova irmandade e fraternidade universal. Nessa visão, as relações humanas devem ser curadas do egoísmo e da violência, fundando-se no amor recíproco, no acolhimento e na solidariedade, buscando interpretar a fé cristã a partir da perspectiva dos pobres e oprimidos e focando na libertação integral (social, política e espiritual).
De acordo com Cejana Noronha, entre os vários personagens importantes para a construção e desenvolvimento da Teologia da Libertação na América Latina, podemos citar: Hugo Assmann, Frei Betto, Maria Clara Bingemer, Clodovis Boff, Leonardo Boff, José Míguez Bonino, Dom Pedro Casaldáliga, Enrique Dussel, Ignacio Ellacuría, Ivone Gebara, Gustavo Gutiérrez, Franz Hinkelammert, Maria Pilar Aquino, Pablo Richard, Óscar Arnulfo Romero, Samuel Ruiz García, Jon Sobrino, Juan Luis Segundo, Paul Gauthier, Elsa Tamez, Ana Maria Tepedino e o Bispo de Olinda e Recife, Dom Helder Câmara.
Para muitos, o Concílio Vaticano II é considerado um novo “Pentecostes”, trazendo a concepção da Igreja como Povo de Deus e promovendo uma nova visão sobre sua missão e organização.
A Teologia da Libertação
A Teologia da Libertação foi a forma teórica e prática do desdobramento do "sopro" do Concílio Vaticano II na América Latina. Para João Batista Libânio, ela significa, além da produção teórica, a existência de uma Igreja da Libertação, que envolve bispos, sacerdotes, teólogos, agentes de pastoral e uma imensa rede de comunidades de base. Esta corrente teológica cristã nasceu como resposta à contradição existente na América Latina entre a pobreza extrema e a fé cristã da maioria da população. Para a Teologia da Libertação, esta situação de pobreza fere o espírito do Evangelho e ofende a Deus.
“Eu vi muito bem a miséria do meu povo que está no Egito. Ouvi o seu clamor contra seus opressores e conheço os seus sofrimentos. Por isso desci para libertá-los...” (Ex 3, 7-8).
“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Notícia aos pobres...” (Lc 4, 18-19).
Textos como estes e o Magnificat, neste novo jeito de a Igreja ser, inauguraram uma outra perspectiva tanto na teologia quanto no fazer cristão. De acordo com Löwy (2012), a Teologia da Libertação propõe a valorização da história, da cultura e da diversidade como forma de manifestação do encontro do homem oprimido com Deus. Para o teólogo J.B. Libânio, a partir dessa teologia, os pobres passam a se reconhecer como sujeitos históricos, sociais e eclesiais. Não são apenas atendidos pela Igreja, mas são a própria "Igreja viva", participando das decisões e afirmando o valor do batismo como fonte de compromisso. Já Leonardo Boff afirma que a "Igreja dos pobres" não aceita a pobreza como destino; a fé torna-se força de transformação e instrumento de libertação.
Ainda segundo Boff, a partir da Teologia da Libertação, as paróquias tradicionais abriram espaços para que os pobres ocupassem seu lugar. Essa consciência de que "eles são Igreja" os ajudou a crer que também são cidadãos que constituem a sociedade. Para Libânio, ao se tornarem ativos, os leigos passaram a participar das decisões e movimentos eclesiais, participando de processos de formação para abrir a Igreja. Assim, o Batismo torna-se uma realidade prática na Igreja e na sociedade.
Em seu artigo sobre o documentário O Evangelho da Revolução, o jornalista Bernardo Mello Franco diz que a Teologia da Libertação foi um movimento que "chacoalhou" a América Latina ao aproximar o catolicismo da luta popular. Como voz dos silenciados, a Igreja participou ativamente das lutas contra as ditaduras militares, na luta pela terra, por moradia, educação, organização sindical e trabalho digno. No documentário “A cabeça pensa onde os pés pisam”, Frei Betto resgata esse papel, mostrando que fé e política são dimensões inseparáveis na transformação da realidade.
O método Ver, Julgar e Agir uniu fé e vida, ajudando as comunidades a lerem a realidade com os olhos da ciência e da fé.
O legado da Teologia da Libertação na Diocese de Teófilo Otoni
A Diocese de Teófilo Otoni nasce institucionalmente no mesmo período em que a Igreja Católica é chamada a repensar seu fazer a partir do Concílio Vaticano II. Criada em 27/11/1960 pelo Papa João XXIII e desmembrada da Diocese de Araçuaí, a diocese celebrou recentemente seus 65 anos de fundação.
Em 1962, com o início do Concílio, a diocese recebeu os primeiros padres oriundos da Diocese de Alba, na Itália. Em nossa pesquisa sobre a história da diocese (LOUBACK, 2024), observamos que a prática teológica e pastoral da recém-criada diocese foi orientada pelas Conferências de Medellín e Puebla e pela Teologia da Libertação. Como analisei em meu estudo anterior (LOUBACK, 2024), os padres italianos e portugueses contribuíram para que Teófilo Otoni se tornasse uma referência nacional. As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) se espalharam e os movimentos de organização popular tornaram-se parte integrante do fazer cristão. "Rezar e lutar", "fé e vida" eram expressões que animavam o povo, que passou a entender que Deus o fortalece para ser protagonista de sua própria libertação. Surgiram lutas coletivas em sindicatos, associações de moradores e mutirões. A vida cristã era marcada pela participação nas missas e, simultaneamente, na organização social por direitos e justiça. Era através da Igreja que o povo tomava consciência de seu papel de cidadão.
A Teologia da Libertação hoje
Se o mundo no qual nasceu o Concílio Vaticano II estava ameaçado pelo risco de uma Terceira Guerra Mundial, pela construção do Muro de Berlim e por tantos outros problemas, situações que exigiam uma posição firme da Igreja e um compromisso real dos cristãos, hoje a realidade parece ter se agravado, a despeito das mais diversas conquistas tecnológicas da humanidade.
Relatórios climáticos globais e indicadores de desenvolvimento apontam que o atual modelo de produção atingiu limites críticos de sustentabilidade. A aceleração do aquecimento global e a degradação acelerada dos ecossistemas colocam em xeque a segurança alimentar e a viabilidade da vida digna em diversas regiões do globo nas próximas décadas. Somado a isso, o risco de conflitos de grandes proporções ressurge em um cenário de mais de 30 guerras ativas, articuladas para garantir a hegemonia de potências através da exploração de recursos estratégicos como petróleo, água e minerais de terras raras.
Nesse cenário, observa-se que os EUA, sob a gestão de Donald Trump, invadem, anexam países e destroem as regras do Direito Internacional e da autodeterminação dos povos. Guerras, fome, sede, desemprego e a negação de direitos fundamentais, como o acesso à terra, à moradia digna, à água potável e ao saneamento básico, tornaram-se parte integrante da vida de milhões de pessoas no mundo inteiro.
Portanto, mais do que nunca, a realidade exige uma posição profética da Igreja.
MAS E AÍ?
Frei Betto, em seu livro Jesus Militante, afirma que Jesus não veio falar sobre uma religião ou uma instituição, mas propor um novo projeto civilizatório e político fundado no amor e na partilha. Já Leonardo Boff afirma que Jesus foi o "primeiro mártir político", pois não morreu de acidente, mas foi crucificado pelo poder político de sua época ao defender um projeto de vida para os excluídos.
Estes dois autores foram centrais na criação, no desenvolvimento, na projeção e na consolidação da Teologia da Libertação no Brasil. Frei Betto foi um dos presos políticos da ditadura militar e, embora perseguido, saiu incólume das pressões sofridas por toda a Igreja libertadora durante os papados de João Paulo II e Bento XVI, sendo este último marcado por uma vigilância implacável contra padres, bispos e leigos. A Leonardo Boff impôs-se o 'silêncio obsequioso', enquanto Dom Helder Câmara foi silenciado e Padre Júlio Lancellotti enfrenta, ainda hoje, constantes tentativas de censura em sua missão na capital paulista. No entanto, o legado desses profetas não se encerra na resistência individual, mas se desdobra em lutas concretas pela dignidade humana no século XXI.
É dentro desta tradição de uma Igreja comprometida com o 'chão da vida' que se insere o debate sobre as condições de trabalho na modernidade. Um exemplo latente é a mobilização pelo fim da jornada 6x1. Para a teologia libertadora, a exaustão sistêmica imposta por esse modelo é uma afronta à dignidade do trabalhador, que vê seu direito ao descanso, à família e à vida social sacrificados em prol da produtividade. A igreja precisa apoiar pautas como essa para retomar seu papel histórico de voz dos que não têm voz, transformando a mística da libertação em ação política direta pela emancipação dos corpos e mentes que sustentam a economia do país.
Essa trajetória de resistência ecoou de forma singular na Diocese de Teófilo Otoni, onde a face profética da Igreja enfrentou oposições severas, culminando no impedimento do ministério de padres italianos alinhados às causas sociais. Contudo, o que se pretendia silenciar acabou por germinar; sob o pontificado do Papa Francisco, testemunhamos um vigoroso esforço de resgate do legado do Vaticano II e da ecologia integral. A Teologia da Libertação permanece pulsante na militância e nas práticas daqueles cristãos forjados por esse 'novo jeito de ser Igreja'. Espalhados por Teófilo Otoni e por toda a América Latina, esses agentes de pastoral provam que a opção preferencial pelos pobres é uma força viva que continua a desafiar as estruturas de exclusão e a semear cidadania no solo da história.
Os frutos dessa sementeira profética permanecem vivos na estrutura de sindicatos e movimentos sociais contemporâneos; o MST, reconhecido mundialmente, destaca-se como um sinal de resistência e luta pela terra em nosso país. Paralelamente, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) sustenta sua missão em inúmeras dioceses, enquanto as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) resistem como espaços de fé e política, especialmente no Nordeste brasileiro.
Na Diocese de Teófilo Otoni, essa herança materializa-se em uma rede pulsante de organizações que transcendem os muros das paróquias. O legado do Padre Giovanni, consubstanciado na APJ (Aprender Produzir Juntos), no AMCA (Apoio à Mulher, Criança e Adolescente) e na ABTO (Associação dos Bairros), une-se a iniciativas como O Ninho, Vai Brasil, a Casa Nazaré e a Equipe Rural. A presença ativa no Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) e na construção do Partido dos Trabalhadores revela uma Igreja que se faz presente fora da institucionalidade burocrática. Portanto a Teologia da Libertação é a prática cotidiana desses cristãos forjados na luta, que transformam as paróquias em centros de consciência, onde ainda hoje se canta:
“Quando o dia da Paz renascer…”
“Novo jeito de sermos Igreja, nós buscamos Senhor na Tua mesa…”
“Pão em todas as mesas…”
“Haveremos de ver qualquer dia, chegando a vitória, o povo nas ruas fazendo a história, crianças sorrindo em toda nação...”
“Pai, oh Pai nosso! Quando é que este mundo será nosso?”
François-Xavier Drouet, no documentário O Evangelho da Revolução, narra a história da Teologia da Libertação na América Latina e finaliza mostrando os pobres dentro de igrejas evangélicas ou em escolas de samba, cantando enredos que criticam a situação econômica e política. O cineasta critica o fato de o PT, ao chegar ao poder, não ter cumprido o que prometeu, sugerindo que a Teologia da Libertação teria 'terminado em samba, carnaval e pentecostalismo conservador'. O que está fazendo a igreja diante de desafios que claramente colocam em risco a vida na terra? O conservadorismo, o ritualismo e o clericalismo voltou com força na maioria das dioceses e paróquias, salvo poucas exceções. De fato, essa realidade existe, mas penso que não é apenas isso.
Resgatando Heráclito, o pensador do 'tudo flui', sabemos que 'ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio'. Ou, como ensina Antonio Gramsci ao falar de períodos de crise profunda como o nosso: “vivemos o momento em que as antigas estruturas colapsam, mas uma nova ordem ainda não se consolidou; o velho morre, mas o novo ainda não pode nascer.”
Jesus nos ensina que o Reino de Deus não chega de uma vez, mas se manifesta nos vários sinais de ressurreição que brotam em todos os cantos da vida. Como Padre Giovanni sempre nos orientou, mesmo nos piores momentos, para um cristão não há a opção do pessimismo. Por isso recorro ao canto do poeta Thiago de Mello:
FAZ ESCURO, MAS EU CANTO:
O AMANHÃ VAI CHEGAR.
Conclusão
Ao revisitar o legado do Concílio Vaticano II e o desdobramento da Teologia da Libertação, percebe-se que o "fazer teológico" deixou de ser um exercício abstrato para se tornar uma prática encarnada na história. A experiência da Diocese de Teófilo Otoni demonstra que a Igreja cumpre sua missão mais autêntica quando se coloca a serviço da vida, transformando o "rezar" e o "criticar" em ferramentas de emancipação social. Através do método "Ver, Julgar e Agir", as comunidades locais puderam ler a realidade com os olhos da ciência e da fé, compreendendo que a salvação anunciada por Cristo não é apenas espiritual, mas uma libertação integral que combate as estruturas de pecado manifestas na miséria, na posse injusta da terra e na negação de direitos fundamentais.
Portanto, a Teologia da Libertação permanece como uma voz profética e necessária no terceiro milênio. Conforme pontuado por José Maria Vigil e Frei Betto, enquanto houver exclusão e injustiça no mundo, a reflexão sobre uma "fé libertadora" continuará sendo a pedra angular da presença cristã na sociedade. O desafio atual, sob a liderança do Papa Leão XIV, é manter vivo o espírito do Vaticano II, superando o clericalismo e fortalecendo uma Igreja sinodal que saia à "praça pública" para curar as feridas do egoísmo e da violência. Conclui-se que o legado aqui estudado reafirma que ser cristão exige ser um cidadão atuante, capaz de enxergar no rosto do oprimido o próprio Cristo e de trabalhar incansavelmente para que o Reino de Deus, fundado na justiça e no amor recíproco, comece a ser edificado no aqui e agora da nossa história.
Portanto, mais do que nunca, a realidade exige uma posição profética da igreja.
MAS E AÍ?
DO LADO DE CÁ, SÓ QUE DESCE
DO LADO DE LÁ, SÓ QUEM GOZA
DO LADO DE CÁ, QUEM PADECE
Autor: Antão Ferreira dos Reis
Novo Oriente de Minas – MG
REFERÊNCIAS
BETTO, Frei. Documento do Papa Leão XIV consagra a Teologia da Libertação. Instituto Humanitas Unisinos (IHU). Disponível em: https://share.google/nqILZ0L0YOQZKm0D7
BETTO, Frei. Religião libertadora. Instituto Humanitas Unisinos (IHU). Disponível em: https://share.google/0l8t45c0el3AhaBsw
CNBB. Primeira exortação apostólica do Papa Leão XIV, “Dilexi te”, ensina que não se pode separar a fé do amor pelos pobres. Disponível em: https://share.google/Hw9bTmqwDXB9AZ6pN
IHU ONLINE. “Roma está perdendo a batalha contra a Teologia da Libertação”. Instituto Humanitas Unisinos. Disponível em: https://share.google/X9OEFv0heIb0upyj6
IHU ONLINE. “É necessário que a teologia saia à praça pública. As possibilidades são imensas”. Instituto Humanitas Unisinos. Disponível em: https://share.google/9H4Ejd6PfV7NSVOWw
IHU ONLINE. Mais que Teologia, trata-se de uma Igreja da Libertação. Instituto Humanitas Unisinos. Disponível em: https://share.google/nioHFHFgoucXNJ4ui
INSTITUTO HUMANITAS UNISINOS. O que a Teologia da Libertação nos ensina hoje? Disponível em: https://share.google/S1U0eIgdsc7Gfqjbb
INSTITUTO HUMANITAS UNISINOS. O futuro da Teologia da Libertação. Disponível em: https://share.google/zyKv7fHX7uc79QWMw
INSTITUTO HUMANITAS UNISINOS. Teologias da Libertação para os nossos dias. Disponível em: https://share.google/jykdjA2fDCFr4BigR
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